Vamos aprender mais sobre arte, artistas e história.
É difícil não gostar deste livro quando se tem sensibilidade à arte. A capa, aliás, agarrou-me de imediato. E este livro prova que a arte e a memória podem andar de mãos dadas.
Isso porque este livro mistura o relato biográfico com história de arte, e é único nesse sentido. Maria Gaínza é crítica de arte, e é dessa sua experiência que parte esse livro: da ideia de deformar a realidade através da vida e obra de vários pintores, contando assim a vida de uma família (da sua família? Não consegui apurar até que ponto esta obra é autobiográfica e não apenas ficção); ou a forma como parte da história familiar para falar de arte.
De alguns artistas eu nunca tinha ouvido falar. Rothko, por exemplo, que preenche vários parágrafos da narrativa, e cuja obra eu acho que não seria capaz de apreciar. É, aliás, louvável a forma como Gaínza consegue criar imagens mentais através das suas descrições. Porque este é um livro visual: sobre quadros, so…
É difícil não gostar deste livro quando se tem sensibilidade à arte. A capa, aliás, agarrou-me de imediato. E este livro prova que a arte e a memória podem andar de mãos dadas.
Isso porque este livro mistura o relato biográfico com história de arte, e é único nesse sentido. Maria Gaínza é crítica de arte, e é dessa sua experiência que parte esse livro: da ideia de deformar a realidade através da vida e obra de vários pintores, contando assim a vida de uma família (da sua família? Não consegui apurar até que ponto esta obra é autobiográfica e não apenas ficção); ou a forma como parte da história familiar para falar de arte.
De alguns artistas eu nunca tinha ouvido falar. Rothko, por exemplo, que preenche vários parágrafos da narrativa, e cuja obra eu acho que não seria capaz de apreciar. É, aliás, louvável a forma como Gaínza consegue criar imagens mentais através das suas descrições. Porque este é um livro visual: sobre quadros, so…