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Avaliação do semestre!


1. O melhor livro que você leu até agora, em 2018. 
Os Armários Vazios, de Maria Judite de Carvalho. Não está a ser um ano particularmente espectacular, embora haja alguns destaques. Este é dos mais recentes que li, e só comprova que Maria Judite de Carvalho devia ser leitura obrigatória.
2. A melhor continuação que você leu até agora, em 2018. Só li duas continuações este ano, as da série Os Mauzões; Os Mauzões - Episódio #3, de Aaron Blabey, ganha portanto o troféu. Não costumo ler séries.
3. Algum lançamento do primeiro semestre que você ainda não leu, mas quer muito. Medusa no Palácio da Justiça ou Uma História da Violação Sexual, de Isabel Ventura. Podem ler mais sobre os meus motivos aqui.
4. O livro mais aguardado do segundo semestre. (silêncio típico de quem não acompanha particularmente lançamentos e não sabe o que vem aí)
5. O livro que mais te decepcionou esse ano. Estou a sentir-me com muita sorte, porque não me veio nada à cabeça. Não tive uma enorme decep…

TAG | Março Feminino

Para acompanhar o #marçofeminino, a Sandra criou esta tag cheia de humor.

Gostaria de responder a esta tag só com livros escritos por mulheres, mas essa seria uma missão muitíssimo complicada. Fica para breve um post com recomendações de livros escritos por mulheres. Sim, não?

1. Aqueles dias do mês - Um livro que os homens nunca vão perceber. The Handmaid's Tale, de Margaret Atwood. Eu li este livro há vários anos, e não vi ainda a série (oops) - e acredito que homens possam apreciar o livro, mas nunca irão compreender a 100% o terror que pode estar associado à perda de direitos reprodutivos, direitos sobre o próprio corpo, à ideia de pertença subjacente em todo o livro.

2. Filha da mãe da depilação - Um livro que te arrepia só de pensar.
It Can't Happen Here, de Sinclair Lewis. Porque este livro é uma sátira política, e não uma distopia, e mesmo essa classificação faz com que pareça que pode, sim, acontecer aqui, ou em qualquer outro lugar do mundo.
3. Aquele batom vermelho q…

a minha TBR intimidante

Não sou uma pessoa de TAGs, de todo, mas achei piada ao vídeo da Carolina e à resposta da Daniela.

Esta TAG vai de encontro a um post que fiz no ano passado, intitulado "shelf control", que é quando uma pessoa se tem de controlar a si própria e à estante ao mesmo tempo. A Carolina respondeu a esta TAG em vídeo, tal como possivelmente toda a gente que o fez, mas eu não sou pessoa de vídeos, fora aquele vídeo há uns tempos, portanto é ler!

Um livro que ainda não consegui acabar Eu termino os meus livros (embora tenha imensa vontade de abandonar o Le Rouge et le Noir); no entanto, tenho um segredo obscuro que vou revelar agora: às vezes, compro edições omnibus. Às vezes, não estou a sentir (mais sobre isto abaixo) o primeiro livro da edição omnibus, e não leio o segundo. Tenho dois nesta situação, mas o mais grave é possivelmente Three Men on a Bummel,  do Jerome K Jerome, porque li o Three Men in a Boat (To Say Nothing of the Dog) em 2010 praí.
Um livro que ainda não li porque …

Feira do Livro - o pré-gasto

Falta uma semana para a Feira do Livro.

Podem ler aqui sobre a minha ida à Feira do Livro de 2014, aqui e aqui sobre a Feira de 2015, e aqui e aqui sobre a de 2016.
Gosto da Feira do Livro maioritariamente pelo ambiente. Gosto mais ou menos da confusão (da mesma maneira como abordo festivais de verão: adoro o ambiente, adoro a música - não em todos, é certo -, às vezes fico mal disposta com tanta gente), gosto de andar colina acima, colina abaixo, acho piada haver tanta coisa e tanta gente num evento focado em livros e, por vezes, em sandes de leitão.
Quem se der ao trabalho de ler o post que referi como sendo acerca da Feira do Livro de 2014 vai ver que é sobre um livro que comprei online após uma ida à Feira do Livro, na qual não comprei nada (portanto o post acaba por não ser exactamente sobre o evento em si). Anos antes, ia lá só para passear. Nos dois anos seguintes, no entanto, fui mais do que uma vez e comprei imensa coisa. O que mudou, perguntam vocês?
E o que mudou fui eu. P…