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2018 | Setembro

Setembro: mês de novos começos e enormes pecados no que respeita ao volume das estantes cá de casa.

Recebidos
Lembram-se da promoção maravilhosa da FFMS, segundo a qual se convidava um amigo e se recebia um livro? Eu recebi estes:
Rússia e Europa: uma parte do todo, de José Milhazes A porteira, a madame e outras histórias de portugueses em França, de Joana Carvalho Fernandes Portugal em ruínas, de Gastão Brito e Silva Cinema e história: aventuras narrativas, de João Lopes O Valor da Arte, de José Carlos Pereira Política Externa Portuguesa, de Tiago Moreira de Sá Portugal, um Perfil Histórico, de Pedro Calafate A Morte, de Maria Filomena Mónica

Entretanto, da Sextante veio uma novidade, inédita em Portugal: Krabat – O Moinho do Feiticeiro, livro juvenil do escritor alemão Otfried Preußler; e, da Guerra e Paz, Essa dama bate bué!, de Yara Monteiro, sobre a autodescoberta de uma jovem angolana.

Comprados
Aqui a coisa foi extremamente pecaminosa: além da Festa do Livro de Belém, da qual vo…

Kingpin Books

Foi deambulando aleatoriamente por Lisboa com uma amiga que me deparei com a loja da Kingpin Books.

A editora já conhecia, tendo lido O Baile este ano, mas a loja eu nunca tinha visitado; a Patrícia, vendo que se tratava de uma livraria, também quis visitar, e vocês sabem que isto tem tudo para correr mal para a minha carteira, mas lá fomos nós.


Primeira impressão à entrada: espaço amplo, música dos Placebo. Mais tarde, Hole, pelo que o ambiente musical está mais que aprovado de minha parte. Uma parede de Funkos, várias paredes de comics, BD, mangás e novelas gráficas, livros da Disney/Goody que me tentaram seriamente (ai, o Fantomius...), edições portuguesas e inglesas de muita coisa. Muita, muita atenção aos autores e editoras portugueses.

Estive vai-não-vai com vários livros na mão, estive pertíssimo de ceder a toda a tentação, quis comprar a loja toda, mas comprei apenas um livro, da própria editora da Kingpin: Eu Mato Gigantes, de Joe Kelly e JM Ken Niimura. A personagem princip…

Salamanca literária

Após ter partilhado convosco um roteiro literário de Sevilha e várias livrarias de Paris, chegou a vez de Salamanca.

Salamanca é uma cidade que já visitei algumas vezes e que adoro, mas na qual nunca tinha comprado um livro. Calhou que, desta vez, e sendo que quero melhorar o meu español, quis conhecer algumas livrarias também. Na minha lista de livrarias a visitar (note-se que planeei ir a Salamanca com talvez três dias de antecedência) iam apenas duas: a Letras Corsarias e a Librería Victor Jara. Elaborei também, em cima do joelho, uma lista de quatro modestos títulos:
Patria, de Fernando Aramburu Frida Kahlo, de María Hesse Últimas tardes con Teresa, de Juan Marsé La ridícula idea de no volver a verte, de Rosa Montero
Note-se, antes de mais, que qualquer bibliómano que se preze (ou mesmo qualquer turista) deve parar obrigatoriamente na Casa de las Conchas, biblioteca pública e edifício icónico da cidade...

E foi aí que começou o roteiro literário, claro, não obstante já lá ter ido…

Festa do Livro de Belém 2018

Vamos a mais uma facada na utopia de comprar menos livros?

Confesso: a esta feira/festa eu já vinha com a ideia pré-feita de, tal como no ano passado, aproveitar para comprar livros do fundo de catálogo da Europa-América, nomeadamente a bibliografia do grande Jorge Amado.
Este ano fui acompanhada e melhor prevenida: o meu namorado não estava a trabalhar, e, em vez de ficarmos a torrar ao sol da fila do Museu da Presidência, entrámos pelo Jardim Botânico Tropical, que eu vira nas redes sociais ser uma entrada alternativa - e uma excelente alternativa, acrescente-se, pois estava muito mais calma e é uma oportunidade para visitar o jardim de graça (oportunidade que não aproveitámos particularmente, pois o calor era muito).
Demos cerca de volta e meia ao espaço, e a certa altura ainda parei na restauração (que não tinha visto no ano passado), porque o calor era muito, eu fraquejava (sou criatura de tensão baixa), e cedi ao menu bola de berlim + café das Bolas da Praia. Mas vamos ao que i…

2018 | Agosto

Agosto foi, ao contrário de outros anos, mês de fracas leituras.


Recebidos
Da Minotauro, para meu enorme prazer, recebi o primeiro volume da Obra Completa de Maria Judite de Carvalho, que poderão ver por este blog ser das minhas autoras favoritas.
Do meu namorado, de férias no Algarve, recebi Afirma Pereira, de Antonio Tabucchi, que me encheu de curiosidade após o lançamento da novela gráfica pela GFloy.

Comprados
Os planos de compras estavam a apontar para os zero, mas tive umas férias "surpresa" no final do mês e fui para a terra dos meus avós, na raia. Aproveitei para ir a Salamanca - das minhas cidades favoritas -, e sucedeu-se que, pela primeira vez, decidi que ia comprar livros nesta cidade. Anotei algumas livrarias - roteiro literário para breve! - e comprei, de uma lista de quatro títulos, apenas dois: Frida Kahlo, de María Hesse (debaixo de olho desde Fevereiro), e La loca de la casa, de Rosa Montero.

Lidos
Mês de fracas leituras, tinha eu já dito... Andei o mês inteir…

2018 | Julho

Já passou mais de metade do ano, mas que raio?



Comprados

Ia dizer que não comprei nada em Julho, mas comprei um livro que é uma entrevista ao Marco Paulo por 1€ no Jumbo. Foi este:


Lidos

Neste mês dediquei-me ao #lerosnossos, e li os seguintes títulos de autores portugueses: Clube dos Clássicos Vivos: Contos Exemplares, de Sophia de Mello Breyner  Um livro comprado recentemente: Praça de Londres, de Lídia Jorge  Um autor português recomendado por alguém: Heroínas Portuguesas: Mulheres que Enganaram o Poder e a História, de Fina d'Armada  Um título que não te parece minimamente interessante, mas vais arriscar: Pensar. Sentir. Viver., de Judite Sousa e Diogo Telles Correia  Um livro que te custou uma pechincha: Os Sensos Incomuns, de Maria Isabel Barreno  Bónus: A Guerra, de José Jorge Letria e André Letria 
Também acabei de ler Le tour du monde en quatre-vingt jours, de Jules Verne, li Há gente em casa, a novidade de Ondjaki, Call Me by Your Name, de André Aciman, e comecei Midnight&…

2018 | Junho

E já lá vai metade do ano.


Recebidos Recebi o mais recente livro de Ondjaki, Há gente em casa. Do autor, li apenas Os da minha rua, que adorei; o meu namorado tem mais livros dele, leu vários, e gosta muito. É desta que me estreio na sua poesia!
Comprados Podem ver o absurdamente longo post acerca da Feira do Livro aqui; estão lá as minhas compras e as do meu amor, e algumas estão fotografadas ali em cima, mas deixo aqui a lista (alguns destes foram comprados em Maio, ainda, mas ainda assim):
O Imperador de Portugal, de Selma Lagerlöf AGAMEMNON: Fui ao supermercado e dei porrada ao meu filho e outras peças, de Rodrigo García Blacksad, volumes #2 e #4, de Díaz Canales e Juan Guarnido As Areias do Imperador, de Mia Couto O Outro Pé da Sereia, de Mia Couto O País do Carnaval, de Jorge Amado A Costa dos Murmúrios, de Lídia Jorge Perguntem a Sarah Gross, de João Pinto Coelho Perto do Coração Selvagem, de Clarice Lispector Antologia Poética, de Bocage Eurico, o Presbítero, de Alexandre Hercul…