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A mostrar mensagens com a etiqueta livrarias

Kingpin Books

Foi deambulando aleatoriamente por Lisboa com uma amiga que me deparei com a loja da Kingpin Books.

A editora já conhecia, tendo lido O Baile este ano, mas a loja eu nunca tinha visitado; a Patrícia, vendo que se tratava de uma livraria, também quis visitar, e vocês sabem que isto tem tudo para correr mal para a minha carteira, mas lá fomos nós.


Primeira impressão à entrada: espaço amplo, música dos Placebo. Mais tarde, Hole, pelo que o ambiente musical está mais que aprovado de minha parte. Uma parede de Funkos, várias paredes de comics, BD, mangás e novelas gráficas, livros da Disney/Goody que me tentaram seriamente (ai, o Fantomius...), edições portuguesas e inglesas de muita coisa. Muita, muita atenção aos autores e editoras portugueses.

Estive vai-não-vai com vários livros na mão, estive pertíssimo de ceder a toda a tentação, quis comprar a loja toda, mas comprei apenas um livro, da própria editora da Kingpin: Eu Mato Gigantes, de Joe Kelly e JM Ken Niimura. A personagem princip…

Salamanca literária

Após ter partilhado convosco um roteiro literário de Sevilha e várias livrarias de Paris, chegou a vez de Salamanca.

Salamanca é uma cidade que já visitei algumas vezes e que adoro, mas na qual nunca tinha comprado um livro. Calhou que, desta vez, e sendo que quero melhorar o meu español, quis conhecer algumas livrarias também. Na minha lista de livrarias a visitar (note-se que planeei ir a Salamanca com talvez três dias de antecedência) iam apenas duas: a Letras Corsarias e a Librería Victor Jara. Elaborei também, em cima do joelho, uma lista de quatro modestos títulos:
Patria, de Fernando Aramburu Frida Kahlo, de María Hesse Últimas tardes con Teresa, de Juan Marsé La ridícula idea de no volver a verte, de Rosa Montero
Note-se, antes de mais, que qualquer bibliómano que se preze (ou mesmo qualquer turista) deve parar obrigatoriamente na Casa de las Conchas, biblioteca pública e edifício icónico da cidade...

E foi aí que começou o roteiro literário, claro, não obstante já lá ter ido…

Gateway City Comics

Em Outubro, a Gateway City Comics abriu para confirmar que Alcântara é a melhor freguesia de Lisboa.

Pouco antes da minha breve emigração para Paris de França, tive ainda tempo de ir à inauguração da loja, sob um sol abrasador. Desde então, a Gateway City Comics tem promovido vários eventos, desde os flea markets mensais que oferecem oportunidades incríveis a todos os que queiram encontrar a sua próxima leitura, a sessões de autógrafos, ao Free Comic Book Day, ontem, dia 5 de Maio (em novo calor infernal).

Para quem não conhece o Free Comic Book Day (e eu não conhecia): no primeiro sábado de Maio, há uma distribuição promocional de comics por parte de lojas de banda desenhada. E a Gateway City Comics é uma loja de comics e não só:
Somos a ponte para a divulgação de uma arte que em Portugal praticamente não é reconhecida, apesar de ter inúmeros fãs. O ponto de encontro para os fãs da banda desenhada. BD, Comics, Manga, qualquer que seja o estilo, todos têm lugar em Gateway.

E a celebra…

Sevilha: roteiro literário

Uma roadtrip que se tornou numa bela chance de descobrir locais e autores novos.


De há algumas viagens para cá, comecei a incluir livrarias no roteiro. As livrarias "de cadeia" são sempre opções seguras, mas tenho querido pesquisar livrarias independentes: como, aliás, mencionei no que escrevi sobre a Librairie Delamain, pois têm, geralmente, aquele toque acolhedor que uma FNAC nunca tem. Assim, fui com três nomes na mente para Sevilha: Casa del Libro (cadeia de livrarias que já conhecia de Madrid); Rayuela Infancia, livraria infantil independente; e Un Gato en Bicicleta, livraria-café independente. As três a distâncias muito curtas umas das outras.


O nosso encontro com a literatura começou antes, porém, no Palacio de las Dueñas, local de nascimento do poeta Antonio Machado. Confesso que desconhecia o nome; trata-se do mais novo representante do movimento literário espanhol Generación del 98, grupo de escritores, ensaistas e poetas espanhóis. A loja do Palacio tinha várias …

Librairie Delamain

Apesar de já ter ido ao Palais Royal, foi apenas quase dois meses depois que descobri a Librairie Delamain, do outro lado da rua.

E o pior é que, apesar das obras do edifício, como podem ver pelas fotos, até era bem visível.
A Librairie Delamain é uma instituição - é a livraria mais antiga de Paris, fundada em 1700. Este facto levou-me a tentar perceber o porquê de não ser considerada mais antiga que a Bertrand do Chiado (que data de 1732), e creio que isto se deve ao facto da sua mudança de localização. De facto, a livraria "só" se encontra na rue St. Honoré desde 1906 - outrora, estava nas arcadas da Comédie Française.

Afirma-se como "uma livraria à antiga" (une librairie à l'ancienne), apesar de ter sido comprada pela Gallimard nos anos 80 - como, mais recentemente, a LeYa comprou a Buchholz e a Barata, suponho. Vende livros novos e livros usados, tem estantes altas e escadotes para ajudar. É acolhedora (como uma FNAC, por exemplo, não é), é uma livraria de…