Deixo desde já claro que considerei muito melhor que o Rebecca, da mesma autora.
Peguei neste livro por estar com imensa vontade de ler algo mais de Daphne du Maurier; tendo adquirido uma série de livros da autora pelo Awesome Books, tinha muita escolha, mas optei por este. Enquanto Rebecca é mais sinistro, gostei mais do My Cousin Rachel. Talvez porque, apesar de o personagem principal ser incrivelmente naïve, não dizia um simples "I'm so glad" a cada três frases.
They used to hang men at Four Turnings in the old days.
Not any more, though.
O primeiro capítulo começa com estas palavras e, aqui, o protagonista, Philip Ashley, enquadra a história com um relato de quando era criança e passeava com o seu primo rico Ambrose, que o tinha adoptado quando Philip, ainda criança, ficou órfão, e viram um homem enforcado por ter assassinado a sua esposa. De forma amarga, Philip coloca misteriosamente a questão sobre a culpa ou inocência de Rachel - respondendo ele mesmo que nunca sa…
Peguei neste livro por estar com imensa vontade de ler algo mais de Daphne du Maurier; tendo adquirido uma série de livros da autora pelo Awesome Books, tinha muita escolha, mas optei por este. Enquanto Rebecca é mais sinistro, gostei mais do My Cousin Rachel. Talvez porque, apesar de o personagem principal ser incrivelmente naïve, não dizia um simples "I'm so glad" a cada três frases.
They used to hang men at Four Turnings in the old days.
Not any more, though.
O primeiro capítulo começa com estas palavras e, aqui, o protagonista, Philip Ashley, enquadra a história com um relato de quando era criança e passeava com o seu primo rico Ambrose, que o tinha adoptado quando Philip, ainda criança, ficou órfão, e viram um homem enforcado por ter assassinado a sua esposa. De forma amarga, Philip coloca misteriosamente a questão sobre a culpa ou inocência de Rachel - respondendo ele mesmo que nunca sa…