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Mensagens

London Calling

  Fui a Londres, vi o Big Ben e tudo isso, e comprei dois livros (e duas canecas). Paris estará sempre no meu coração, mas Londres é a cidade. A voltar, a voltar, a voltar.

I Capture the Castle

Review vergonhosamente atrasada. Cassandra Mortmain, a narradora, quer aprender a escrever ao escrever um diário, no qual procura "capturar" a sua vida familiar. Cassandra vive com a irmã, o pai, a madrasta e o filho da antiga empregada num castelo em ruínas, em pobreza extrema, na Inglaterra rural, e as suas vidas são pacatas até chegarem os herdeiros americanos do castelo. I don’t really want to write anymore, I just want to lie here and think. But there is something I want to capture. It has to do with the feeling I had when I watched the Cottons coming down the lane, the queer separate feeling. I like seeing people when they can’t see me. I have often looked at our family through lighted windows and they seem quite different, a bit the way rooms seen in looking glasses do. I can’t get the feelings into words-it slipped away when I tried to capture it. Resumir este livro ia fazê-lo parecer aborrecido e previsível, quando é divertido e excêntrico, uma histór...

Há Monstros Debaixo da Cama?

Emprestado pelo meu tigre, que é muito mais incrível que o Hobbes. Surpreendentemente inspirador, tem partes bonitas, partes com piada, partes que deixam uma pessoa a pensar. Obrigado por partilhares comigo os teus livros, os teus interesses, os teus cereais, por seres o melhor amigo, o melhor companheiro, pela forma como danças, por me protegeres dos monstros, por todo o teu amor. 5 /5 Podem comprar em português aqui , ou em inglês aqui .

Tieta do Agreste

De amor não se morre, de amor se vive. Se uma mulher é dada à promiscuidade, é uma vadia que é espancada e escorraçada da cidade. Se a mesma mulher, anos mais tarde, enriquece, começa a mandar cheques à família necessitada, a oferecer prendas e a ajudar as pessoas da terra que a expulsou, enviúva de um comendador e regressa a Agreste, é uma santa, filha pródiga, quase canonizada. Pelo menos até se descobrir que o dinheiro provém de lenocínio. 5 /5 Podem comprar uma outra edição aqui .

I never learn

Promoções da Wook, promoções da Fnac.

Jules et Jim

Após ter lido esta obra em inglês nos idos anos pré-blog (e ter visto o filme naquele que a pessoa mais incrível de sempre considera ter sido o nosso primeiro date!), veio a altura de o reler, desta feita na sua língua original. Adorei o livro da primeira vez que o li, adorei-o agora (não posso dizer o mesmo do filme). Suscita todo o tipo de emoções nas suas poucas páginas, no seu pouco detalhe. É uma incrível homenagem aos lugares onde o amor nos leva, como nos pode destruir. O ritmo da história é rápido, inconvencionalmente. O pouco que é partilhado alterna entre o mais banal e o mais profundo. É um reflexo honesto sobre o amor, a amizade, a vida. A vida é para ser experimentada, vivida, a vida é para celebrar. Jules e Jim são melhores amigos, vivendo em Paris na Belle Époque . Partilham entre si os seus trabalhos e traduzem-nos (francês-alemão), partilham noites no café, partilham charutos - partilham mulheres. Jules, idealista e romântico. Jim, pragmático. Das ...