Disclaimer: este post é sobre os volumes 1-5.
Confesso que desconhecia Harrow County, até Beja. No Festival Internacional de BD de Beja (doravante conhecido, neste blog, como "BD Beja") estavam patentes exposições de vários dos convidados do certame. Tendo evitado a exposição de Rita Alfaiate, para evitar potenciais spoilers, chamou-me, e muito, a atenção a arte de Tyler Crook.
Assim, e desafiando os abrasadores 40ºC, fui ver a conversa com o ilustrador de Harrow County. E dei por mim, nessa noite, a comprar o primeiro volume de uma série de terror. Li-o no dia seguinte.
Não tendo conseguido o meu autógrafo no BD Beja (porque ainda não tinha adquirido, muito menos lido, o primeiro volume, e porque as filas e o calor eram grandes e eu fiquei-me pelo autógrafo, lá está, da Rita), fui ao evento na Kingpin Books, dias mais tarde, onde falei um pouco com Tyler Crook: sobre Beja, e sobre o facto de também ele não ser fã de terror - pelo menos, não do terror "tradicional"…
Confesso que desconhecia Harrow County, até Beja. No Festival Internacional de BD de Beja (doravante conhecido, neste blog, como "BD Beja") estavam patentes exposições de vários dos convidados do certame. Tendo evitado a exposição de Rita Alfaiate, para evitar potenciais spoilers, chamou-me, e muito, a atenção a arte de Tyler Crook.
Assim, e desafiando os abrasadores 40ºC, fui ver a conversa com o ilustrador de Harrow County. E dei por mim, nessa noite, a comprar o primeiro volume de uma série de terror. Li-o no dia seguinte.
Não tendo conseguido o meu autógrafo no BD Beja (porque ainda não tinha adquirido, muito menos lido, o primeiro volume, e porque as filas e o calor eram grandes e eu fiquei-me pelo autógrafo, lá está, da Rita), fui ao evento na Kingpin Books, dias mais tarde, onde falei um pouco com Tyler Crook: sobre Beja, e sobre o facto de também ele não ser fã de terror - pelo menos, não do terror "tradicional"…