Tenho ficção de Chimamanda por ler, mas por algum motivo comecei por Querida Ijeawele.
O grande atractivo neste volume - para ter feito dela o meu ponto de início na obra da autora - é, além da temática, a sua reduzida dimensão. Na verdade, o livro é diminuto, talvez por ser como que uma carta que a autora escreveu a uma amiga que pediu conselhos sobre como criar a sua filha recém-nascida para ser feminista.
É claro que estou furiosa. Sinto-me furiosa com o racismo. Sinto-me furiosa com o sexismo. Mas recentemente apercebi-me de que me sinto mais furiosa com o sexismo do que com o racismo.
Porque na minha fúria com o sexismo sinto-me muitas vezes só.
O livro está dividido em quinze peças/conselhos práticos, cada capítulo uma sugestão ou tópico novo. Discute questões do feminismo como padrões de beleza, auto-estima, privilégio (branco ou masculino), racismo, sexismo, papéis de género, casamento, roupa, sexualidade, opressão, entre outros. Isto porque a educação não acaba na adolescência…
O grande atractivo neste volume - para ter feito dela o meu ponto de início na obra da autora - é, além da temática, a sua reduzida dimensão. Na verdade, o livro é diminuto, talvez por ser como que uma carta que a autora escreveu a uma amiga que pediu conselhos sobre como criar a sua filha recém-nascida para ser feminista.
É claro que estou furiosa. Sinto-me furiosa com o racismo. Sinto-me furiosa com o sexismo. Mas recentemente apercebi-me de que me sinto mais furiosa com o sexismo do que com o racismo.
Porque na minha fúria com o sexismo sinto-me muitas vezes só.
O livro está dividido em quinze peças/conselhos práticos, cada capítulo uma sugestão ou tópico novo. Discute questões do feminismo como padrões de beleza, auto-estima, privilégio (branco ou masculino), racismo, sexismo, papéis de género, casamento, roupa, sexualidade, opressão, entre outros. Isto porque a educação não acaba na adolescência…