E no momento que nunca ninguém esperou que chegasse...
Criei um podcast. Eu, dona de dicção horrível que muito me embaraça, obviamente após muita reflexão, decidi levar o que faço por aqui um bocadinho mais longe.
Sei que estão todos tão chocados quanto eu.
A verdade é que, após sete anos a partilhar aquilo que leio, e tendo descoberto a beleza desta partilha, achei que seria engraçado ter outras pessoas a partilhar directamente comigo - e com quem mais queira ouvir - as suas recomendações de leituras.
O formato é simples: converso com pessoas que me indicam o seu top 5 de livros favoritos. Foi algo decalcado do podcast da FFMS, e descobri depois que há já formatos semelhantes disponíveis, mas aquela que julgo ser a grande diferença é que os meus "convidados" (credo, que linguagem) são pessoas comuns e que gostam de livros. Pessoas normais a falar dos livros que, de algum modo, as marcaram.
Porquê? Porque acho que há, algures, um livro para toda a gente. Como há uma tampa para cada tacho, um chinelo para cada pé cansado, etc. E, por isso, pessoas diversas, com backgrounds diversos, experiências diversas e - espero - livros favoritos diversos.
Não há livros ultrapassados nem livros desadequados para grupos demográficos. Há pessoas diferentes. E também há livros vastamente diferentes capazes de apelar à mesma pessoa. É giro e é variado.
A ideia é ser quinzenal. Estará disponível no Spotify; podem descobrir aqui, na página do Anchor, outras plataformas onde estará disponível.
Espero que gostem.
A verdade é que, após sete anos a partilhar aquilo que leio, e tendo descoberto a beleza desta partilha, achei que seria engraçado ter outras pessoas a partilhar directamente comigo - e com quem mais queira ouvir - as suas recomendações de leituras.
O formato é simples: converso com pessoas que me indicam o seu top 5 de livros favoritos. Foi algo decalcado do podcast da FFMS, e descobri depois que há já formatos semelhantes disponíveis, mas aquela que julgo ser a grande diferença é que os meus "convidados" (credo, que linguagem) são pessoas comuns e que gostam de livros. Pessoas normais a falar dos livros que, de algum modo, as marcaram.
Porquê? Porque acho que há, algures, um livro para toda a gente. Como há uma tampa para cada tacho, um chinelo para cada pé cansado, etc. E, por isso, pessoas diversas, com backgrounds diversos, experiências diversas e - espero - livros favoritos diversos.
Não há livros ultrapassados nem livros desadequados para grupos demográficos. Há pessoas diferentes. E também há livros vastamente diferentes capazes de apelar à mesma pessoa. É giro e é variado.
A ideia é ser quinzenal. Estará disponível no Spotify; podem descobrir aqui, na página do Anchor, outras plataformas onde estará disponível.
Espero que gostem.
Fantástico Bárbara.
ResponderEliminarEstou mortinha por ouvir o 1º episódio.
Muito obrigada, Cristina! Espero que esteja à altura :)
EliminarMuito interessante, estou ansiosa para ouvir a primeira partilha.
ResponderEliminarBom fim de semana
Muito obrigada, Landa :) espero mesmo que gostes. É um projecto pouco ambicioso, mas que espero que seja interessante.
EliminarMuito interessante, estou ansiosa para ouvir a primeira partilha.
ResponderEliminarBom fim de semana
Off Topic
ResponderEliminarO Girl, Woman, Other está a 2.99 na Amazon, em versão Kindle
Que tentador! Ai, se eu lesse em ebook...
EliminarQue feliz novidade! Vou seguir e acompanhar com gosto.
ResponderEliminarMuito obrigada! Espero que valha a confiança :)
EliminarÓptima ideia e óptima capa como imagem para o podcast, tal como o nome escolhido!
ResponderEliminarEstou de facto chocado porque sei que estás a sair da zona de conforto, fico muito feliz por ti e entusiasmado porque acho que vai ser um podcast diferente e muito interessante
A melhor sorte, que corra tudo bem, estarei atento a todos os episódios, talvez apareça em algum eheh
Já agora props para o podcast da FFMS que também é muito bom, pese embora não seja um verdadeiro "podcast" pois, que eu saiba, só existe em versão video no youtube
"um chinelo para cada pé cansado" I see what you did there
Força Baa
Obrigada, achei de facto que o amarelo seria uma escolha de sucesso :p :$
EliminarSim, é mesmo muito remoto da minha zona de conforto, que é escrever num confortável anonimato sem dar cara nem voz; aqui dou apenas voz, mas não deixa de ser uma área problemática para mim.
Who knows :o
Sabia que ias apreciar a expressão :p