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2018 | Junho

E já lá vai metade do ano.


Recebidos
Recebi o mais recente livro de Ondjaki, Há gente em casa. Do autor, li apenas Os da minha rua, que adorei; o meu namorado tem mais livros dele, leu vários, e gosta muito. É desta que me estreio na sua poesia!

Comprados
Podem ver o absurdamente longo post acerca da Feira do Livro aqui; estão lá as minhas compras e as do meu amor, e algumas estão fotografadas ali em cima, mas deixo aqui a lista (alguns destes foram comprados em Maio, ainda, mas ainda assim):

O Imperador de Portugal, de Selma Lagerlöf
AGAMEMNON: Fui ao supermercado e dei porrada ao meu filho e outras peças, de Rodrigo García
Blacksad, volumes #2 e #4, de Díaz Canales e Juan Guarnido
As Areias do Imperador, de Mia Couto
O Outro Pé da Sereia, de Mia Couto
O País do Carnaval, de Jorge Amado
A Costa dos Murmúrios, de Lídia Jorge
Perguntem a Sarah Gross, de João Pinto Coelho
Perto do Coração Selvagem, de Clarice Lispector
Antologia Poética, de Bocage
Eurico, o Presbítero, de Alexandre Herculano
Ana de Castro Osório, a mulher que votou na literatura, de Carla Maia de Almeida
Aristides de Sousa Mendes, um homem de coragem, de José Jorge Letria
Romance da Raposa, de Aquilino Ribeiro
Avozinha Gangster, de David Walliams
Os Mauzões #2, de Aaron Blabey
As Coisas que os Homens me Explicam, de Rebecca Solnit
A Infância é um Território Desconhecido, de Helena Vasconcelos
Humilhação e Glória, de Helena Vasconcelos
O Livro dos Gatos, de TS Eliot
O Tempo das Criadas, de Inês Brasão
O que Aprendemos com os Gatos, de Paloma Díaz-Mas

Sim, foram imensos. Já li Os Mauzões e planeio ler o Grandes Vidas Portuguesas sobre a Ana de Castro Osório com um livro que tenho dela e que li há vinte anos; a trilogia do Mia Couto também está para breve, agora que a tenho completa!

Lidos
O início do mês foi para terminar Uma sorte pequena, de Claudia Piñeiro, uma espécie de thriller/mistério em que uma mulher de origem argentina é forçada a enfrentar o seu passado e aquilo que deixou para trás.

Li, finalmente, SINtra, de Inês Garcia e Tiago Cruz, uma novela gráfica com elementos de terror, passada nas Azenhas do Mar, local que quero visitar em breve (se estiverem a ver, Inês e Tiago - review prometida para breve!).

Li os episódios #2 e #3 da série infantil Os Mauzões, de Aaron Blabey, e o cliffhanger final deixou-me ansiosa pelo próximo!

Tive finalmente a coragem devida para agarrar nas Novas Cartas Portuguesas, de Maria Isabel Barreno, Maria Velho da Costa e Maria Teresa Horta, leitura intensa, que me envolveu e levou grande parte do mês.

De Maria Judite de Carvalho, li Armários Vazios, romance (conhecia apenas os seus contos), vindo a confirmar que é uma autora totalmente favorita.

Comecei Le tour du monde en quatre-vingt jours, de Jules Verne, para o Clube dos Clássicos Vivos, mas não terminei.

Outros
Fui, sem qualquer planeamento, a um evento no Centro de Estudos Judiciários: A Justiça como processo, ou a luz de Kafka, com Lídia Jorge, autora de quem li muito pouco, de quem quero ler mais, e que aprecio muito.


Dia 30 de Junho, mesmo não tendo acabado o livro (vi o Willy Fogg quando era pequena e estava portanto imune a spoilers), fui ao encontro do Clube dos Clássicos Vivos. Houve bolo de chocolate, muita conversa dispersa, gente que não vou envergonhar publicamente que cedeu aos alfarrabistas da Rua da Anchieta, a Jessica quis roubar a minha edição (é a vermelha em francês, na foto) e a Carolina teve de me aturar desde o Rossio até quase ao Campo Pequeno a falar ininterruptamente.

Comentários

  1. Ena tantos, alguns, quatro, já li, como esse Peguntem a Sarah Gross que foi uma leitura recente.

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    1. É verdade, Carlos - demasiados, até! :) Que mais leu?

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  2. Ondjaki is ma boiiii, desculpa

    Tanto livroooo
    Mas sei que os vais ler mesmo, não são aquisições à toa :p

    A Justiça como processo, ou a luz de Kafka, com Lídia Jorge foi bem interessante, fez-me querer ler obras dela

    Acho que todas as edições do livro do Julio Verne que estão na foto são bonitas por acaso :p

    'Li, finalmente, SINtra, de Inês Garcia e Tiago Cruz, uma novela gráfica com elementos de terror, passada nas Azenhas do Mar, local que quero visitar em breve (se estiverem a ver, Inês e Tiago - review prometida para breve!).' ahah para quando? :D

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    1. Não desculpo :o

      É verdade, demasiados :$$$

      Foi sim! Tenho de ler mais dela :p

      São sim, e muitas delas (se não todas) tinham ilustrações!

      Haha, quando quisereees :p

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    2. Aliás... para quando a visita ou a review? :$

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  3. Sim, são imensos para engordar a estante! Agora fico à espera das opiniões ;)
    E que tal o da Claudia Piñeiro? Tem alguma curiosidade. Já sabes que o da Maria Judite está apontadinho para trazer da biblioteca!
    É óbvio que quero saber tudinho sobre o do Ondjaki!!
    Beijo

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    1. Foram mesmo muitos :) o da Claudia Piñeiro foi interessante, prendeu-me, mas não o acho assim essencial. Review virá... com tempo, que escasseia :)
      O do Ondjaki li entretanto - muito bonito! Já leste alguma da sua poesia? Eu nunca tinha lido...
      Beijinhos!

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    2. Não não li nada da sua poesia, porque sempre me identifiquei muito mais com a prosa do que com a poesia. Acho que se contam pelos dedos de uma mão as obras de poesia que tenho em casa... Por isso, os meus olhos ficam presos aos títulos de prosa e descartam tudo o que é poesia... E que tal a achaste?

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  4. Sinto um bocado o mesmo quanto a poesia - raramente lhe pego. Neste peguei por se tratar de Ondjaki - continuo a preferir a sua prosa, mas também valeu a pena!

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  5. Trouxe os Mauzões na FLL puramente por acaso para ler ao meu filho mais novo, e a partir do 2º ele já quis ler sozinho, portanto, fiquei sem saber o que acontece a seguir! Em inglês acho que já vai no 7. Espero que continuem a editar por cá!
    Também compro os do David Walliams, mas para o mais velho.
    Já agora, não gostei nada da Sarah Gross mas adorei o Eurico o Presbítero quando o li, há muitos anos. Curiosa para saber o que achas de ambos.
    Paula

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